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Rotas africanas: 20 pioneiros da guitarra acústica do continente
Hoje, é impossível imaginar gêneros como o highlife ganês, a rumba congolesa, o soukous, o benga queniano, o desert blues malinês ou a música popular cabo-verdiana sem a presença da guitarra.
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Discos clássicos caribenhos: (10) Lord Shorty / Endless vibrations
Gravado no final de 1974, o trabalho não foi apenas um sucesso de vendas, mas a certidão de nascimento de um novo gênero musical batizado de Soca (originalmente batizada pelo artista como “Sokah”, abreviação de Soul of Calypso).
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Discos clássicos caribenhos: (9) Shleu Shleu / Haiti terre de soleil
Disco indispensável para compreender a evolução da música haitiana e o papel central que os Shleu Shleu desempenharam na construção da sonoridade moderna do Caribe francófono.
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Discos clássicos caribenhos: (8) Liquid Ice / En eruption
O disco equilibra o balanço da cadence com elementos de calipso, funk e soul, resultando em um repertório festivo, mas musicalmente sofisticado.
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Discos clássicos caribenhos: (7) Black Affairs / Ça Waké (1976)
O álbum mostra por que o Black Affairs foi uma das bandas mais importantes da primeira geração da cadence-lypso, ajudando a consolidar um repertório que ainda hoje ecoa nas pistas de dança e na memória musical das Antilhas.
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Discos clássicos caribenhos: (6) Exile One / Exile One (1975)
No disco de estreia, Henderson combinou a tradição do cadence com o calipso, o soul norte-americano, o funk e a instrumentação típica das bandas de baile dos anos 1970, resultando em um som vibrante, sofisticado e extremamente dançante.
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Discos históricos da Amazônia: (8) Carlos Santos / Volume 4 (Quero você)
O êxito comercial de Volume 4 consolidou a Gravasom como referência na produção fonográfica da região Norte. Com isso, a gravadora demonstrou ser possível produzir, gravar e distribuir música regional em larga escala a partir da Amazônia.
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Discos históricos da Amazônia: (7) Teixeira de Manaus / Solista de Sax
Longe do virtuosismo associado ao jazz ou à música instrumental, com seu sax Teixeira desenvolveu uma linguagem simples, melódica e extremamente popular, construída para os salões de dança, clubes e festas das comunidades ribeirinhas.
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Discos históricos da Amazônia: (6) Papete / Bandeira de aço
Em Bandeira de Aço, o bumba-meu-boi, o tambor de crioula, os sotaques dos diversos bois maranhenses, as matracas, os pandeirões, os maracás e a forte herança afro-indígena aparecem como linguagem contemporânea, dialogando naturalmente com harmonias refinadas e arranjos de grande sensibilidade.
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Senhor F, desde 1998, promovendo a cartografia sonora independente e periférica
Nesta nova fase do site, rumo ao cinquentenário, o site busca aproximar o público brasileiro das músicas amazônica, caribenha e africana.
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Rotas africanas: Zanzibara Vol 1, a conexão entre África, Oriente Médio e Ásia
É uma obra indispensável para quem deseja compreender as conexões entre África, Oriente Médio e Ásia através da música, revelando um universo sonoro tão refinado quanto pouco conhecido fora da região.
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Discos africanos clássicos: (20) Gnonnas Pedro & His Dadjes Band / The Band of Africa Vol. 1
Lançado pelo selo nigeriano African Songs, o trabalho marcou o início de uma sequência de gravações que transformariam Pedro em uma referência continental.
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Discos africanos clássicos: (19) Les Ambassadeurs: LA du Motel / Mandjou
Juntos, os dois discos formam o núcleo essencial de uma obra que ajudou a moldar a música moderna da África Ocidental e se espalhou pelo continente e pelo mundo.
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Discos africanos clássicos: (18) African Brothers Band / Afrohili Soundz (1973)
Musicalmente, Afrohili Soundz apresenta aquilo que se tornaria a marca registrada da banda, com guitarras entrelaçadas, harmonias vocais elegantes, narrativas inspiradas em provérbios e histórias populares e uma cadência rítmica que conecta tradição e modernidade.
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Discos clássicos africanos: (17) Miriam Makeba / Makeba! (1968)
Atualmente, o disco é visto como um documento artístico de enorme valor histórico, por registrar Makeba em plena afirmação de sua identidade africana e de seu papel como embaixadora cultural do continente.
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Discos africanos clássicos: (16) Trio Madjesi / Orchestre Sosoliso – Vol. 1
Acompanhados pela Orchestre Sosoliso, eles criaram uma sonoridade cosmopolita que refletia a diversidade cultural da África Central.
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Entrevista histórica: Howie Casey, nos primórdios da beatlemania
Em entrevista exclusiva feita por Fernando Brasil, no início dos anos 2000, em Londres, e originalmente publicada por Senhor F, o saxofonista Howie Casey fala de seu passado e recupera memórias da história do rock, sua relação com os Beatles e, em especial, com Paul McCartney.
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Discos históricos da Amazônia: (05) Vieira e Seu Conjunto / Lambadas das quebradas
Com seis das doze faixas trazendo a palavra “lambada” no título, o disco apresenta uma síntese das sonoridades que deram origem ao gênero, posteriormente rebatizado como guitarrada.
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Discos históricos da Amazônia: (04) Pinduca / O Rei do carimbó, Vol 5
O disco contém uma das faixas mais emblemáticas da música produzida no Norte do Brasil, a faixa instrumental batizada de “Lambada”, especialmente por sua relação com a gênese do gênero.
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O encontro de Roberto e Erasmo Carlos, antes da Jovem Guarda, nos anos 50
“A gente participava dos shows do Clube do Rock: os Snakes abriam cantando Del-Vikings, depois acompanhávamos o Tim e, em seguida, o Roberto. Eu nunca participei dos Sputniks, e o Roberto nunca participou dos Snakes. Ele cantava acompanhado pelos Snakes — era diferente”, segundo Erasmo.
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Discos clássicos caribenhos: (05) Kassav’ / Love and KA Dance
O disco Love and KA Dance ganhou importância com o passar do tempo por seu papel de manifesto cultural, uma espécie de marco zero da criação do zouk.
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Discos históricos da Amazônia: (03) Alypyo Martins / O rei do carimbó – Vol 2
Lançado em 1974 pelo selo Som Hi-Fi/Copacabana, “O Rei do Carimbó – Vol. 2” dava continuidade à série que chegaria ao volume 4, em 1976. O disco abria com seu maior sucesso, a música “Piranha”, de autoria de Aramis de Lara e E. Figueiredo.
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Discos africanos clássicos: (15) Papillon / Ambiance Africane Nº 1
Hoje, Bernard “Papillon” Zoundegnon é reconhecido como um dos grandes responsáveis pela evolução da guitarra moderna africana, um músico que soube transformar tradições locais em linguagem universal.
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Discos históricos da Amazônia: (02) Mestre Cupijó e Seu Ritmo / Dance o siriá Vol 2
No álbum, Mestre Cupijó dá sequência ao seu trabalho de modernização do siriá, intensa manifestação do sincretismo entre as tradições musicais indígenas e afro-brasileiras.
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Discos históricos da Amazônia: (01) Os Mocambos / Marabaixo, o folclore amapaense
A obra foi gravada em 1973, em Macapá, capital do Amapá, e lançada no mesmo ano pelo lendário selo Rozemblit, de Recife.
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Veja a lista de 8 discos históricos da música da Amazônia, por Senhor F
O livro “Ondas Tropicais – A invenção da lambada e do beiradão na Amazônia moderna” destacou oito discos fundacionais da música do Norte. Com o livro esgotado, Senhor F Social Club publica os textos, com pequenos ajustes.
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Discos africanos clássicos: (14) Super Negro Bantous / People not fit understand
Suas gravações passaram a integrar o repertório dos lendários picós, os gigantescos sistemas de som que animavam festas populares e verbenas nos bairros afrodescendentes da região.
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Discos africanos clássicos: (13) William Onyeabor / Atomic Bomb
O som do nigeriano nascido em 1946, antecipava caminhos que décadas depois seriam familiares para a house, a eletrônica alternativa e até certos desdobramentos do indie dançante, em pistas europeias e norte-americanas.
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The Walkmen, entre o grito e a melancolia, clássico indie na virada do século
De integrantes das Jonathan Fire * Eater e The Recoys, se somaram vocais tensos, entre o grito e a melancolia (especialmente em Everyone Who Pretended to Like Me Is Gone), uma bateria personalíssima e guitarras que ora saturavam, ora embalavam as melodias cheias de nuances.
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Milo J no Tiny Desk passa de 10 milhões de visualizações; assista o vídeo
O set de 16 minutos, traz um mosaico musical, cultural, social e político do continente. A apresentação confirmou o talento e a impostância do jovem argentino, de apenas 19 anos.
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Memória independente (anos 2000): #006 – ruído/mm / Introdução à Cortina do Sótão
Terceiro trabalho da banda, o disco surge após o celebrado “A Praia” trazendo o quinteto menos interessado em erguer muralhas sonoras contínuas e mais disposto a abrir janelas dentro das próprias composições.
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Morreu Índio Solari, dos argentinos Los Redondos, “una banda de combate”
Ao lado de Skay Beilinson (grande guitarrista), Solari ajudou a construir uma banda singular, distante da televisão, avessa à lógica comercial tradicional e sustentada por uma ética radical de independência artística, que sobreviveu meio século.
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Clássicos do sax amazônico: (11) Admilton do Sax / Sax Beradão
O disco “Sax Beradão” (grafado sem o “i”) representa uma peça preciosa de arqueologia musical, um raro representante dessa era de ouro da música amazônica.
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Clássicos do sax amazônico: (10) Manezinho do Sax / Volume 3
Um disco indispensável para quem deseja decifrar a rica tapeçaria sonora que une a tradição paraense, os ritmos caribenhos e o calor dos bailes da Amazônia.
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Clássicos do sax amazônico: (09) Toinho e Seus Animais / Toinho e Seus Animais
Lançado pelo selo Tropical, o trabalho reúne 12 faixas que transitam naturalmente entre lambada, carimbó e beiradão, sem estabelecer fronteiras rígidas.
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Com Dwight Twilley Band, o mais refinado power pop dos anos setenta
A alta qualidade de suas composições estabeleceu as bases do que convencionamos chamar de power pop, caracterizado por guitarras cintilantes, harmonias vocais impecáveis e refrões de impacto imediato.
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Entre o pop e a tradição, Manoel Cordeiro lança Te dou um Norte, seu novo disco
O disco respira encontro de gerações, reforçado por participações que ampliam ainda mais seu alcance.
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Clube do Vinil na UnB apresenta palestra e audição sobre a música africana
O jornalista Fernando Rosa e o músico Son Andrade participam de duas edições do Clube do Vinil, com os temas “A influência da música cubana na moderna música da África” (nesta terça, 26) e “A explosão do soukous e a presença da guitarra na música africana” (nesta quinta, 28).
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Rotas africanas: A rumba congolesa sob influência da música cubana
A construção musical da rumba congolesa tem em sua origem diversas vertentes musicais, históricas e, mesmo, geopolíticas, com destaque para a influência da música cubana, a partir dos anos quarenta.
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Clássicos do sax amazônico: (08) Chico Caju / E seu Super Sax
O sax de Chico Cajú desenha uma combinação fluida entre choro, levadas nordestinas e sotaques paraenses, criando uma sonoridade de balanço imediato e personalidade própria.
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Discos clássicos caribenhos: (04) Black Stalin / The Caribbean Man
Um clássico, o disco funcionou como o marco inicial de uma série de trabalhos revolucionários que consolidaram o artista como a voz da consciência social e do pan-africanismo na região.
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Módulo 1000: Não Fale Com Paredes, um disco que desafiou o tempo
Em suas nove faixas, Não Fale Com Paredes é um exercício de criatividade instrumental que hoje bate de frente com os melhores discos do gênero produzidos no exterior.
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The Bubbles/A Bolha, uma viagem por todas as fases do rock dos 60 & 70
Esta entrevista foi publicada no início dos anos dois mil na Senhor F – A Revista do Rock. Infelizmente o link original se perdeu, então republicamos o conteúdo original. A entrevista foi feita com os irmãos Cesar Ladeira e Renato Ladeira.
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The Left Banke, os pais do “baroque pop” na ebulição sonora dos anos 60
The Left Banke é um grupo essencial para quem busca compreender a diversidade musical dos anos 60, especialmente o subgênero baroque pop.
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Mário Gonçalves, do pioneirismo no carimbó à invenção na lambada
Além da introdução da guitarra no carimbó, Mário Gonçalves gravou seu nome na história como o criador do solo que definiu a primeira lambada registrada no país.
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Discos clássicos caribenhos: (03) Midnight Groovers / Cadence Revolution
Lançado originalmente no final dos anos 1970 (com reedições digitais recentes em 2024), o disco apresenta oito faixas que percorrem um amplo espectro de influências: o balanço hipnótico do reggae, a pulsação do calipso, harmonias herdadas do soul e uma forte consciência rastafári.
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Clássicos do sax amazônico: (07) Paulinho do Sax / Sax & Guitarra – Arrepiando
Um clássico da “estética lambandeira”, o álbum foi gravado na Gravasom, principal polo fonográfico da Amazônia na época. O acompanhamento ficou a cargo do grupo de Manoel Cordeiro, com Barata na guitarra, Neca no baixo e Junior na bateria.
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Os mistérios do Norte: Quem foram Xavier e Lindolfo do Pará? Alguém sabe?
Tem informações sobre esses discos? Entre em contato com a nossa redação. Vamos, juntos, desvendar esses mistérios e dar o devido crédito aos mestres que ajudaram a pavimentar o caminho da música popular amazônica.
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Dominique, no Caribe, berço do cadence-lypso nos anos setenta
Foi ali, no início da década de 1970, que nasceu o cadence-lypso, um dos gêneros mais inventivos e influentes da moderna música caribenha.
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Clássicos do sax amazônico: (06) Aurélio do Sax / Recordar é viver
O álbum sintetiza a confluência entre as sonoridades nordestinas e o chamado beiradão, universo musical que floresceu nas cidades e comunidades ribeirinhas da Amazônia, onde gêneros como forró, xote, baião e lambada ganharam sotaque próprio.
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A beat-psicodelia recifense dos 60/70 ou a pré-“invasão nordestina”
Aquela sonoridade, que até então circulava à margem dos grandes centros, cresceu e passou a integrar, de forma orgânica, o mix sonoro nacional.
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Antoine Dougbé, do Benim, mestre musical e espiritual da música Vodún
A base dessa coletânea, segundo o texto de apresentação do selo, é o encontro entre Dougbé e a lendária Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou.
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Livro celebra 50 anos de ‘Durazno Sangrando’, clássico de Luis Alberto Spinetta
Além do tributo a um disco histórico, o livro reafirma a experiência compartilhada de uma América Latina marcada por passado colonial, ditaduras recorrentes e uma luta permanente pela democracia, pela liberdade criativa e pela abertura às diferenças — valores profundamente presentes na obra de Spinetta.
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“Sua voz & Sua guitarra”, o lendário disco do guitarrista Barata; ouça na íntegra
Em sociedade, o disco foi gravado e produzido pela MC Produções (leia-se Manoel Cordeiro), em Belém, mixado no estúdio da Gravodisc, em São Paulo, e lançado pela Atração Fonográfica, também de São Paulo.
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“Os brotos comandam”, Jovem Guarda na Superinteressante, por Fernando Rosa
Domingo, 22 de agosto de 1965. Faltam poucos minutos para as aguardadas 16h30, e garotas e garotos (todos, evidentemente, com menos de 20 anos) esperam excitados e ansiosos por seus ídolos na plateia do Teatro Record, na Rua da Consolação, em São Paulo.
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Clássicos Rock-Br comentados #2: Jovem Brasa – hits, clássicos & raridades
Neste volume (2), destacamos a cena pré-Jovem Guarda e a garagem de meados dos anos sessenta, que emergia em diversas capitais do país.
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Belchior, 1976: “aprendam o delírio com coisas reais”; “o novo sempre vem”
Entre o “sonho (acabou) hippie” pós-Woodstock e a dura luta contra a ditadura, havia Belchior e seu disco “Alucinação”, lançado naquele ano. Uma obra cheia de “toques”, como se falava na época, existenciais e políticos que falavam às mentes e corações de jovens e adultos.
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Clássicos do sax amazônico: (05) Teixeira de Manaus / Volume 2
Produzido por Pinduca, padrinho que o descobriu em 1979, este segundo volume da série “Solista de Sax” é um documento histórico da transição sonora da região – antes da lambada se tornar um fenômeno pop nacional no final dos anos 80.
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Capa de LPs, a revolução estética e conceitual nos anos sessenta & setenta
No Brasil, um dos principais criadores foi Rogério Duarte, cujas capas foram fundamentais para consolidar a estética do movimento Tropicalista.
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Discos clássicos caribenhos: (02) Gramacks / Ka Allez Haut (Dominique)
Dentro da discografia dos Gramacks, o álbum ocupa um lugar de transição, vindo depois dos grandes momentos dos anos 1970 e antecedendo a fase final, que desemboca em trabalhos como Roots Caribbean Rock (1984).
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Discos clássicos caribenhos: (01) Les Aiglons / Le Patron (Guadalupe)
Com canções de forte apelo popular, refrões simples e dançantes, mas sustentadas por uma base rítmica extremamente rica, Le Patron pode ser ouvido como um herdeiro da cadence e do compas, e precursor de uma estética mais globalizada, o que explica sua popularidade mundial.
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Estreia de Melanie: folk pop confessional anunciando chegada para ficar
Sem excessos psicodélicos,e sem o rótulo de “folk de protesto”, o disco sugere sobriedade, quase crueza, mas que, no caso de Melanie, transparecia a força de sua poesia confessional, interpretação vocal singular, ao mesmo tempo frágil e incisiva.
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Discos africanos clássicos: (12) Zaiko Langa-Langa / “Nkolo – Mboka”
Lançado entre 1983/84, o disco traz uma nova sonoridade, com a saída dos metais, peso nas guitarras e, especialmente, a valorização do ritmo contínuo e hipnótico.
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Tago Mago, o krautrock futurista dos alemães Can nos anos 70
No disco, com apenas sete faixas, destacando-se “Halleluwah” (com 18min30s), “Paperhouse” e “Mushroom”, estão presentes sonoridades, instrumentos, levadas rítmicas e soluções harmônicas insuperáveis.
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O som da Amazônia para o mundo: Rosivaldo Cordeiro lança “Coração Latino¨”
Com este novo projeto, o autor das obras clássicas “Guitarreiro” e “Guitarreiros do Amazonas” (tributo aos mestres da guitarra do Amazonas), prova que as raízes culturais podem ser atualizadas com integridade.
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Discos africanos clássicos: (11) Emeneya et L’orchestre Victoria – Verckys Présente
Neste disco, as harmonias vocais são arranjadas com uma precisão que elevou o canto congolês a um patamar de “coral urbano”, onde cada nota tinha um propósito emocional e estético.
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“Cumbia Cumbia Cumbia!!!”, mapa da identidade sonora da Colômbia
Embora a cumbia seja o fio condutor, a coleção de canções clássicas e também raras descortina as nuances da música tropical colombiana, passando pelo porro, gaita, merecumbé e fandango.
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Davila 666, a mistura de “Stooges com Menudo”, desde Porto Rico
O segredo do Davila 666 reside na habilidade de fundir melodias pop e harmonias vocais inspiradas no doo-wop dos anos 50 e 60 com a agressividade do punk e a distorção do garage rock.
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Discos africanos clássicos: (10) Boyoyo Boys / Back in Town
Com um groove acelerado, o disco Back in Town, com os Boyoyo Boys, lançado em 1987, pela Rounder Records (EUA, ia além do rótulo de “World Music” e, no contraponto do apartheid, trazia um som dançante, alegre e desafiador.
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Pedro Laza: a revolução da cumbia, da raiz rural para as pistas urbanas
As gravações viscerais de Pedro Laza não ficaram restritas às fronteiras colombianas, e também incluiram outros ritmos como o porro e o merecumbe; elas viraram febre, prensadas em LPs que circularam em vitrolas até hoje por toda a América Latina.
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A origem do rock mexicano, dos anos cinquenta até Santana
A influência de Los Teen Tops na América Latina é reconhecida em grupos como Los Gatos, na Argentina, e Los Shakers, no Uruguai, especialmente.
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Discos africanos clássicos: (09) Mahmoud Ahmed / Ere Mela Mela
Singular, sofisticado e visceral, o álbum pegou um momento histórico efêmero e o transformou em arte atemporal. Décadas após sua gravação, Ere Mela Mela continua soando um disco moderno.
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Sékou Diabaté – Diamond Fingers, a “voz elétrica” da África moderna
Nascido na Guiné-Conacri, no seio da tradição dos griots, Diabaté transformou as seis cordas da guitarra elétrica em uma extensão natural de instrumentos seculares.
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Discos africanos clássicos: (08) Ladysmith Black Mambazo / Induku Zethu
O título, traduzido como “Nossos bastões de luta”, e a arte da capa, que traz Shabalala empunhando uma lança, funcionam como afirmação da identidade zulu.
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Rotas africanas: Wolof, a percussão ancestral na base da revolução musical africana
O ritmo Wolof transcende o mero entretenimento, é uma linguagem complexa através da qual a sociedade preserva de transmite a sua história, as celebrações, a espiritualidade e a própria estrutura social.
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Discos africanos clássicos: (07) Orchestra Baobab / Mouhamadou Bamba
O som do Baobab, em particular neste disco, é um testamento da profunda conexão entre a África e Cuba. Eles absorveram o son cubano, a rumba e o bolero, costurando-os com as tradições griot, os vocais emocionantes e a rítmica Wolof e Mandinga.
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O ¨”guitarrista irlandês” John Flavin, artífice e mestre da guitarra do rock brasileiro
No início dos anos dois mil, o guitarrista John Flavin chegava às páginas de Senhor F, então “A Revista do Rock”. Na entrevista, ele fala de sua carreira e conta histórias do rock dos anos setenta. Mais de vinte anos depois, republicamos a entrevista na íntegra realizada por Fernando Rosa.
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Discos africanos clássicos: (06) Loketo / Trouble (Diblo Dibala/Aurlus Mabele)
Sob liderança do guitarrista congolês Diblo Dibala, apelidado de “Machine Gun”, em parceria com a voz carismática de Aurlus Mabele, o álbum é um marco que ajudou a redefinir as pistas de dança do continente e do mundo na segunda metade dos anos oitenta.
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Discos africanos clássicos: (05) Le Mystère Jazz de Tombouctou / ST
Ao colocar a agulha neste disco, o que se ouve não é apenas música; é a tradução sonora das areias do Saara em atrito com o suingue africano. O álbum traz uma sonoridade rica, envolvente e profundamente ousada.
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Clássicos do sax amazônico: (04) Agnaldo Amazonas / Furacão do Norte Vol 1
Neste disco, em especial, o sax atravessa as faixas com energia quase física, conduzindo o repertório como se estivesse à frente de um baile lotado.
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Clássicos do sax amazônico: (03) Souza Caxias / Deixa comigo
Um dos verdadeiros mestres do instrumento no Amazonas, Caxias é figura central para entender a rica cena do gênero.
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Discos africanos clássicos: (04) Orchestre Sinza / ’76 (primeiro álbum)
Evolução da Super Band criada em 1964, a Orchestre Sinza contribuiu decisivamente para a formação da chamada “terceira escola” da música congolesa, influenciando principalmente a banda Zaïko Langa Langa.
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Clássicos do sax amazônico: (02) Chiquinho David / Merengando no Banzeiro
Com o primeiro disco, Chiquinho David apontava para a modernização do beiradão, com a introdução de aparelhagens e instrumentos elétricos, amplificando as festas dos beiradões até então embaladas por instrumentos acústicos.
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Discos africanos clássicos: (03) Super Diamono de Dakar / People
O disco People, lançado em 1987 pelo Super Diamono de Dakar, é um dos marcos da fase internacional do grupo liderado pelo cantor senegalês Omar Pène. Surgido em meados dos anos 1970 em Dakar, Super Diamono tornou-se um dos grupos fundamentais do mbalax moderno, combinando ritmos tradicionais senegaleses com influências de blues, reggae, jazz e…
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Discos africanos clássicos: (02) Youssou N’Dour / “Immigrés”
Sua voz aguda, elástica, profundamente emotiva prende o ouvinte, convoca à solidaridade e o obriga a encarar o drama de milhões de africanos invisibilizados pelas potências do Norte global.
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Discos africanos clássicos: (01) Abaraka Guitar Band of Nigéria / ’77
Uma espécie de “lado B” da África dos anos 70, é um disco obrigatório para quem quer entender a música africana além dos nomes mais conhecidos.
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Memória independente (anos 2000): #005 – Os Ambervisions / Cada dia mais a mesma coisa!
Comandada pelo impagável crooner Zimmer, escoltado pelas guitarras de Amexa, o baixo de Arioli e as baquetas de Cachorro, a banda construiu um universo lírico e sonoro que parece ter escapado direto de um filme B ou de uma chanchada de terror.
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Clássicos do sax amazônico: (01) Pantoja do Pará / Lambadas e melôs
Se como sideman ele ajudou a moldar um dos capítulos mais populares da música nortista, sua discografia solo revela outra dimensão de seu talento — e também um dos grandes vazios da memória fonográfica brasileira.
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Memória independente (anos 2000): #004 – Madalena Moog / Universal Park
O CD “Universal Park” da banda Madalena Moog, de João Pessoa, Paraíba, soa como uma espécie de “Yo La Tengo” perdido no Nordeste brasileiro na primeira década do novo século.
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“Guitarreiros do Amazonas”, tributo histórico aos grandes mestres da lambada
O disco, composto por 18 faixas, revisita a obra de três lendas que incendiaram os bailes ribeirinhos nas décadas de 1980 e 1990 – André Amazonas, Magalhães da Guitarra e Oséas e sua Guitarra Maravilhosa.
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Ethel Smith & Bando Carioca, um raro exemplar do período pós-guerra
O registro documenta o encontro singular entre o suingue orgânico do conjunto brasileiro Bando Carioca e a exuberância técnica da organista norte-americana Ethel Smith.
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A coletânea que destacou alguns criadores da lambada no final dos anos 80
Com assinatura de Décio Fonsi, a seleção musical reuniu nomes importantes como Pinduca, Teixeira de Manaus e o guitarrista Oseas.
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Coletâneas de Mestre Vieira e Aldo Sena: percepção estética e justiça histórica
Longe dos refletores de neon do Kaoma, dois selos fundamentais — a Sterns Diaspora e a Carrere — voltaram seus ouvidos para a verdadeira “origem da espécie”, a guitarra elétrica paraense.
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Discos Raros da Amazônia: (20) Oswaldo Bezerra / Rei do Brega
No repertório de 12 músicas, algumas pérolas, entre elas, “Dama de Vermelho”, uma espécie de versão original de “Garçom”, uma lambada – “Lambada do Pará”, e uma homenagem a Mestre Vieira, Mestre Cupijó e Pinduca, em “Artistas do Pará”.
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Discos Raros da Amazônia: (19) Marinho / Melô da Pirâmide (1986)
Gravado nos antológicos estúdios da Gravasom, em Belém, e prensado para o selo Discos Polydisc, o álbum transformou-se, com o passar das décadas, em uma das obras mais raras da discografia amazônica.
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Discos Raros da Amazônia: (18) Chico Cajú / E seu Super Sax
Pelos sulcos de seu disco de estreia, Chico Cajú destilou uma fusão azeitada que amalgamava choro tradicional, sonoridades paraenses e o balanço das levadas nordestinas.
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Discos Raros da Amazônia: (17) Cleomenes e Eliesio / Lambasax (1982)
Sua produção, charme sonoro e estética visual “lo-fi” transformou o álbum em objeto de culto por DJs e colecionadores de vinil ao redor do mundo.
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Son cubano, a mais perfeita fusão entre a música africana e latina
A popularização do son e sua dança sensual levou a ditadura colonial a proibir sua execução pública, assim como aconteceu com o samba no Brasil e o rhythm’n’blues nos Estados Unidos.
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Discos Raros da Amazônia: (16) Os Brasas de Maraú / ST, com Aldo Sena
Entre as inúmeras prensagens que definiram a sonoridade da Amazônia nos anos 80, um disco se destaca não apenas pela sua raridade física, mas pelo mistério que o envolve.
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Discos Raros da Amazônia: (15) Conjunto Som Pop / O Folclore da Amazônia
O trabalho de guitarras, sopros e, especialmente, o saxofone de Zezinho Viana fazem do álbum uma obra indispensável para entender como o carimbó se renovou sem perder sua essência.
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“Nuggets” do Power Pop independente dos anos noventa
Nos anos noventa, inúmeras bandas também produziram discos que, embora pequenas obras-primas, e restritas ao conhecimento de poucos e felizardos ouvintes, escreveram boa parte do melhor da história do power pop daquela década.
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Discos Raros da Amazônia: (14) Lambaly / Lambadas Nacionais, com Oseas
A gravadora destacava na capa a faixa “Melô do planeta”, evidenciando sua aposta no potencial popular do disco. E de fato, o repertório confirma o espírito de época, apresentando músicas compostas para animar bailes e festas, sem perder a elegância instrumental.
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Zaiko Langa Langa, a explosão do Soukous em Kinshasa, no antigo Zaire
O impacto do Zaiko Langa Langa na construção do gênero vai além de sua discografia; o grupo funcionou como uma verdadeira universidade para o pop africano.
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A partida de Oswaldo Bezerra, o pioneiro que reivindicou a coroa do ‘brega’
Veterano cantor e compositor, falecido aos 92 anos no interior da Bahia, deixa uma vasta obra que ajudou a sedimentar a estética da música romântica popular.
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A saga do Power Pop: das guitarras de Townshend à devoção da Not Lame
Nem mesmo a fúria do punk conseguiu tirar o gênero de cena. Pelo contrário, houve uma simbiose genial. O resultado aparece na energia dos Undertones, por exemplo, que em seu álbum de estreia homenageou visualmente a banda de Townshend .
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Na Argentina, extrema-direita destila intolerância e preconceito contra Milo J
O que para ela é “vender a alma”, para milhões de pessoas é ancestralidade, cultura e fé. Ao rotular a inclusão de um ponto de macumba como prova de que o artista está “podre” ou “possuído”, ela perpetua o racismo religioso.
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Discos Raros da Amazônia: (13) Aldo Sena / Ripa na Chulipa (1º disco, 1982)
Lançado em 1982, pelo selo Amazon Records, com distribuição da gravadora Fermata, o disco Ripa na Chulipa é um daqueles casos clássicos de “obra de transição” que, por décadas, permaneceu restrita ao conhecimento de colecionadores e frequentadores dos bailes de Belém.
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O novo regional global em campo: Bad Bunny e a encruzilhada do Super Bowl
Bad Bunny é o avatar mais expressivo dessa “reprogramação do passado pelo presente”. Ele não precisou cantar em inglês ou suavizar seu “perreo” para chegar ao topo; ele globalizou Porto Rico transformando sua identidade periférica em diferencial competitivo.
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A psicodelia digital e o naïf tecnológico da mexicana Ximena Castro
Sob a alcunha de projeto ou selo XaathAI, Ximena opera em uma frequência onde a autoria humana colide — e colabora — com a execução algorítmica.
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Discos Raros da Amazônia: (12) Mestre Cupijó e Seu Ritmo / Dance o Siriá, Vol. 2
Mais de cinco décadas depois, o som permanece moderno, urgente e, acima de tudo, dançante, animando repertórios de DJs mundo afora. “Dance o Siriá, Vol. 2” não é peça de museu. É um clássico vivo, onde as três raças se encontram para fazer o futuro dançar.
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Discos Raros da Amazônia: (11) Deusimar da Guitarra / Deusimar da Guitarra
O disco revelou um dos grandes guitarristas da lambada dos anos 1980 fora dos dois polos principais do gênero, as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas.
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Discos Raros da Amazônia: (10) Lima, o Guitarreiro do Amazonas / Lambadas e quebradas
Se a trilogia Lambadas das Quebradas consagrou Mestre Vieira como o inventor de um gênero, existe um “lado B” nessa história, oculto nas brumas da discografia oficial e nos sebos mais profundos da região Norte.
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#03 – Noite Senhor F, o “hub” que conectou o “indie” nacional no palco do Gate’s Pub
Em 1º de novembro de 2001, no Gate’s Pub, o histórico templo da música alternativa de Brasília, nascia a Noite Senhor F. Com casa lotada e extensa fila na calçada da 403 Sul, a Noite Senhor F rapidamente se tornou uma espécie de ritual mensal.
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Discos Raros da Amazônia: (09) Irmãos Coragem “Icoaraci” / Carimbó
Lançado sob o obscuro e cultuado selo Tape-Som (catálogo LPT 12.005), o disco tornou-se, com o passar dos anos, um item de desejo nos sebos e feiras de vinil.
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Los Saicos: originais e precursores do punk na América do Sul
Los Saicos – foneticamente um derivativo do inglês “psycho” – foi uma espécie de Sonics latino-americano. O grupo surgiu em 1964, foi esquecido e redescoberto na virada do século.
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Discos Raros da Amazônia: (08) Barata / Sua voz e sua guitarra (Vol. 1)
Inédito nas plataformas digitais, sem versão oficial em CD e nem reedição em vinil (até a publicação desta resenha), o LP é uma peça rara na discografia da música amazônica.
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Petiscos Sabor Churrasco, o rock gaúcho em versões eletro-psicodélicas
Hoje, Petiscos não é apenas um disco de versões; é um documento essencial da psicodelia eletrônica brasileira, unindo a tradição do rock do Rio Grande do Sul com a estética retro-futurista que Senhor F sempre celebrou.
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Discos Raros da Amazônia: (07) Gilson / Balançando a Moçada!
Seu único LP, Balançado a Moçada, lançado em 1983 pelo selo regional Araponga (com distribuição da Polygram), é um documento histórico que captura o exato momento em que a estética dos bailes locais começava a eletrificar o folclore caribenho, antecipando a explosão comercial do gênero.
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Série de playlists especiais destacam clássicos da música africana
A seleção abrange várias décadas, diferentes países e diversos gêneros, incluindo cantoras, cantores, grupos, orquestras e guitarristas que se destacam no continente.
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Rotas africanas: Leo Sarkisian e a série de LPs que antecipou a revolução na Guiné-Conakry
Batizada de “Edition Spéciale”, a série teve início em 1961 com o lançamento de três LPs, seguidos em 1962 e 1963 de outros sete LPs e mais cinco 45rpm- os primeiros registros comercialmente disponíveis de música guineense desde a sua independência em 1958.
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Discos Raros da Amazônia: (06) Os Mocambos / Apresentam Marabaixo
Lançado em 1973, este bolachão é hoje uma das peças mais cobiçadas por colecionadores, não apenas pela sua escassez, mas por ser um documento de resistência cultural que uniu a rusticidade do tambor à estética da MPB setentista.
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Senhor F Social Club traz lista de 20 LPs raros da música da Amazônia, anos 70 & 80
Série de 20 LPs raros da música do Norte reúne obras de lambada, beiradão, carimbó e brega, lançados nos anos 70 & 80.
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Discos Raros da Amazônia: (05) Agnaldo do Amazonas / Mambadas
Mambadas nasce da linhagem dos bailes ribeirinhos, dos grupos dominicanos que ecoaram forte no Norte, dos ecos do choro que veio de barco e dos ritmos caribenhos que entraram pela rádio e nunca mais saíram.
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Discos Raros da Amazônia: (04) Canarinho / Lambada do Canarinho (1981)
Enquanto a maioria dos guitarristas que formariam o panteão da Guitarrada ainda estava em bandas de baile ou acompanhando outros artistas, Canarinho já estava na linha de frente, empunhando seu cavaquinho como instrumento principal e condutor do baile.
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Mamonas Assassinas, a vingança suburbana que tirou onda com o neoliberalismo
Vista mais como um subproduto cultural daquele momento, a banda, justiça seja feita, produziu a crítica mais frontal e escrachada dos valores neoliberais.
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Discos Raros da Amazônia: (03) Magalhães e sua guitarra / Magalhães e sua guitarra (Xangô)
Com o tempo, o álbum de estreia de Magalhães se consolidou como referência não apenas por seu valor musical, mas também pelo seu caráter independente, regional, dançante e profundamente autoral.
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Jake Holmes, raro acid-folk que “inspirou” Jimmy Page o o futuro Led Zeppelin
Cantor e compositor ainda fora do radar da indústria, Holmes não podia imaginar que aquela canção incluida no disco de estreia do Led Zeppelin atravessaria décadas, mas sem seu nome estampado onde deveria, ou seja, nos créditos formais do disco.
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Muito além da Jovem Guarda, a garagem brasileira nos anos sessenta
O Primeiro Festival da Jovem Guarda, promovido pela TV Record e realizado em São Paulo, sob o comando de Roberto Carlos, em setembro de 1966, revelou a efervescência e a exuberância da cena roqueira que explodia nas garagens brasileiras.
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Jesse Welles: uma voz que ressoa o protesto contra o governo de Donald Trump
Welles ganhou mais de 3 milhões de seguidores nas plataformas digitais e é visto como parte de um novo revival do protest music que dialoga com o espírito dos anos 1960, sintonizado em forma e conteúdo à era das mídias sociais.
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Em doc e sessão ao vivo, El Mató celebra 20 anos do disco de estreia
O álbum captura a essência do disco de estreia homônimo, de 2004, que definiu o som indie rock potente da banda, agora revisitado com a maturidade de seus 20 anos de trajetória.
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Rotas africanas: A guitarra elétrica no centro da moderna música do continente
Em geral esta percepção é ignorada, pois a referência ao instrumento remete ao rock, principalmente para as gerações pós-anos cinquenta.
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#02 – Na Usina do Som, programa Senhor F foi pioneiro na web rádio brasileira
Durante 75 semanas, o programa Senhor F – A História Secreta do Rock Brasileiro resgatou da obscuridade discos raros, hits perdidos, cenas regionais, deu visibilidade para artistas e bandas independentes e contribuiu para a construção da memória musical nacional.
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Los Teen Tops, desde o México e em espanhol, pioneiros do rock latino
O argentino Litto Nebbia, fundador do clássico Los Gatos, é um dos que reconhecem a influência direta dos grupos mexicanos — em especial dos Teen Tops — na formação de sua trajetória artística.
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Túlio, o elo que aproximou os futuros Mutantes, segundo Antônio Peticov
“O Túlio, era aquele sujeito de terninho, mas na hora que sentava no piano, era uma barbaridade”, recorda Peticov, que já tinha enveredado pelo caminho das artes.
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Os destaques ibero-americanos de 2025, por Senhor F SC; ouça a playlist
Diversa em estilos — indo do rap ao pop latino, da lambada/guitarrada ao experimental, do forró ao rock — a seleção sintetiza movimentos relevantes do início de 2025 e reafirma o compromisso de Senhor F em destacar produções que expandem fronteiras e renovam a música do continente.
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Em alta, Lambada da Serpente conecta público com sons amazônicos e latinos
Show no Infinu não apenas marcou o último compromisso do ano, como também simbolizou um período de crescimento contínuo de público e de afirmação da dupla como um dos nomes mais instigantes da cena musical da cidade.
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Isifi Lokole, a ponte entre a rumba e o soukous no coração do Congo
Isifi Lokolo marcou a transição da rumba congolesa tradicional para o moderno soukous, estilo que se tornaria símbolo da África dançante dos anos 1980.
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Campedrinos, a renovação do folclore argentino em voz, violão e canções
Sem recorrer a grandes produções, a Campedrinos construiu sua identidade apostando na força das vozes, no respeito às melodias tradicionais e em uma postura próxima do público.
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Facundo Cabral, trovador da busca da igualdade e da liberdade
A influência de Cabral na música argentina ficou evidente na intensa performance de Milo e Quintero no projeto “¡FAlklore! #2”, idealizado para criar um diálogo entre a tradição folclórica e as novas linguagens musicais.
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FAlklore!, um dos principais fatos culturais da AL em 2025
Com a parceria de MIlo J e Mex Urtizberea, a primeira edição de Falklore” ganhou vida em 20 de junho de 2024, Dia da Bandeira na Argentina, tornando-se um fenômeno de audiência no Youtube.
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A estreia de Joan Baez, em 1960, obra definidora do folk de protesto
O disco de estreia de Joan Baez é uma obra atemporal, com sonoridade e temáticas que resistiram a 65 anos de mudanças no mundo, em todas as áreas.
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Rotas africanas: Salum Abdallah e a influência cubana na África Oriental
A África Oriental não escapou da influência dos ritmos e da cultura cubana, presente nas rádios na maioria dos países. Exemplo disso é o grupo Salum Abdallah and Cuban Marimba Band, natural de Morogoro, na Tanzânia.
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#05 El Mapa de Todos, integração e revelação de artistas independentes
Mais do que um evento de entretenimento, o festival atuou como um polo estratégico que conectou o Brasil ao cenário musical da América Latina e da Península Ibérica, fomentando o intercâmbio artístico e a quebra de barreiras culturais.
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Conheça a origem da ‘chacarera’ no Noroeste da Argentina, no século XIX
O gênero é o resultado de uma rica fusão cultural, combinando elementos das tradições indígenas locais com as influências musicais e coreográficas trazidas pelos colonizadores espanhóis.
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Família Carabajal, guardiões da chacarera e da zamba, desde Santiago del Estero
Desde Carlos Carabajal, “el padre de la chacarera”, os Carabajal são uma instituição cultural, uma árvore genealógica cujas raízes se aprofundaram na terra para dar frutos que definiram a identidade sonora de uma nação.
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Discos Raros da Amazônia: (02) Toinho e Seus Animais / Toinho e Seus Animais
O disco captura a essência das festas populares da região, com faixas que se tornaram sucessos e animam bailes até hoje.
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Abdou El Omari, o “rei do órgão de Casablanca”, nos anos setenta
Nos anos setenta, Omari aproximou ritmos e modos tradicionais (chaâbi, gnawa, malhun) de uma estética eletrificada, com pulsos de funk, groove progressivo e tensão psicodélica.
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Jovem Guarda, afirmação de identidade para além da beatlemania
Por meio da Jovem Guarda se construiu uma linguagem particular e nacional para a música jovem, capaz de dialogar com o pop internacional sem abrir mão de uma sonoridade e de um imaginário próprios.
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Em agosto de 1965, o futuro chegava na tela da TV com o Programa Jovem Guarda
Partindo das mesmas influências dos Beatles e da beatlemania,com a Jovem Guarda Roberto e Erasmo construíram a identidade m ais sólida e popular do rock brasileiro.
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Milo J, a nova voz argentina que reinventa a música latina, entre a raiz e o futuro
Suas músicas dialogam com temas que caracterizam um movimento maior na região, retomando o caminho da busca por identidade diante de uma modernidade acelerada, da afirmação cultural como resistência e da valorização das raízes como forma de futuro.
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O folk universal, existencial e lírico do cantautor argentino Gabo Ferro
A música de Gabo Ferro, embora profundamente argentina em suas referências históricas e literárias, possui uma universalidade que fala diretamente ao corpo e às emoções mais íntimas.
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Gravadora Rozenblit antecipou a “descoberta” da música da Amazônia e do Caribe
Mais do que uma gravadora, a Rozenblit foi um projeto de escuta, de um Brasil que se reconhecia no Caribe, na Amazônia e na América Latina popular, muito antes de isso virar discurso.
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Discos Raros da Amazônia: (01) Mirian Cunha / Mirian Cunha & Mestre Vieira
A obra é reconhecida por colecionadores e pesquisadores como um dos discos mais raros do gênero, um verdadeiro artefato da discografia amazônica.
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Tropicália, um choque que reposicionou a MPB no debate cultural e político
Mais do que um gênero ou escola estética, a Tropicália foi um choque cultural, um gesto de ruptura que reposicionou a música popular no centro do debate político e simbólico do país.
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A gênese de “Blowin’ in the Wind”, de clássico spiritual a hino dos direitos civis
No universo de Greenwich Village, Dylan se apropria de uma melodia marcada pela história da escravidão e a transforma em um conjunto de perguntas abertas sobre guerra, justiça, liberdade e indiferença moral.
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Rock Rural, a “carona” musical para a liberdade, em tempos de ditadura
Musicalmente, o imaginário do rock rural se traduziu na fusão entre o folk-rock e sonoridades regionais brasileiras, em sintonia com o ideário hippie e com a busca por uma identidade musical própria.
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Clássicos Rock-Br comentados #3: Psychotrópicos, a psicodelia dos 60 & 70
Neste volume (3), destacamos a cena psicodélica mais radical e garageira do final dos anos sessenta e primeira metade dos anos setenta.
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João Gomes: o superstar que venceu o algoritmo com um chapéu de couro
Há algo de profundamente brasileiro e profundamente contemporâneo em João Gomes. Ele é o tipo de artista que surge quando o país muda silenciosamente de endereço.
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Uma breve história da “garagem” na ex-cidade dos motores, nos anos 60
Em meados da década de sessenta, com a explosão da beatlemania, a música branca produzida na cidade ganhou outros contornos, mais radicais, agressivos e, depois, pesados.
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Chileno, Manuel García, antecipou o resgate do folk com o clássico Pánico
Ao longo dos anos, ao abrir o caminho da canção de raiz que não teme o presente, o disco se consolidou como referência para uma geração que hoje transita entre o folk, o urbano e o global, sem hierarquias rígidas.
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Poly-Rythmo de Cotonou, “o segredo mais bem guardado do Benim”
A Poly-Rythmo agregou à cultura musical local, o Voodoo (vodun), a influência cubana, a soul music, o funk e outros gêneros ocidentais, especialmente latinos.
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Pulsación, quando Piazolla transitou do tango para a música popular urbana
Mais do que um álbum de transição, Pulsación consolida o argentino Astor Piazzolla como um artista latino-americano de visão continental e cosmopolita, rompendo as fronteiras entre o tango, o jazz, o rock e a música erudita moderna..
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#TurismoMusical: Com João Gomes, Serrita mantém a tradição da Missa do Vaqueiro
A Missa não é apenas um ato litúrgico; é um ritual de preservação cultural. A indumentária do vaqueiro, o couro, os aboios, o som dos berrantes e a estética da caatinga tornam o momento uma espécie de ópera sertaneja a céu aberto.
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Atahualpa Yupanqui, a mais profunda tradução do folclore argentino
A partir dos anos 1930, Yupanqui iniciou longas viagens pelo interior do país, recolhendo histórias, registrando estilos regionais e moldando um repertório que se tornaria referência, com clássicos como “Los ejes de mi carreta”, “El arriero va”, “Piedra y camino”, “Luna tucumana” e a peça “El Payador perseguido”.
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A revolução sonora do cadence-lypso no “Grande Caribe” dos anos 70
Originado nas ilhas/países do Caribe, o estilo combina ritmos tradicionais do calypso, do kompa haitiano, do funk, do soul e das cadências crioulas, construindo uma música festiva, dançante e profundamente marcada pela vida cotidiana das ilhas.
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Cuti y Roberto Carabajal, ponte entre o folclore tradicional e a moderna música urbana
Cuty Carabajal e Roberto Carabajal são uma dupla fundamental do folclore argentino contemporâneo, descendentes diretos do lendário clã musical Carabajal, de Santiago del Estero, berço da chacarera e da tradição musical argentina.
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The Brazilian Pebbles, ou a história secreta da garagem brasileira, nos anos 60
Para além dos limites oficiais do movimento, que naquele momento vivia seu auge, emergia uma rede subterrânea, exuberante e pouco documentada, formada por milhares de grupos que encontraram no rock um espaço de expressão e pertencimento.
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Ernesto Djédjé, criador do Ziglibithy que revolucionou a música da Costa do Marfim
O sucesso continental chegou em 1977, quando ele gravou em Lagos o LP Ziboté, um fenômeno na África Ocidental. No ano seguinte, lançou Ziglibithiens, que lhe rendeu o título de “Gnoantré Nacional” — o homem que luta pela nação.
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“Cru+es”, um manual flamenco-experimental com “mil maneras de salvarse”
Mais do que canções, as composições soam como invocações, ora meditativas, ora perturbadoras, guiando o ouvinte por um território onde espiritualidade e experimentação caminham juntas.
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“African People”, um clássico obscuro, com a Orchestra Tumba Africa International
O disco African People lançado em 1978/79 combina gêneros musicais como “highlife” e “soukous/world music africana”, segundo a classificação de editoras/discográficas.
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O novo regional global, ou quando a juventude reconecta o folclore ao futuro
Em vez de se dissolver completamente no pop global, essa geração decidiu redescobrir suas próprias raízes, e fazer delas matéria-prima para novas linguagens, novos híbridos e novas afirmações culturais.
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Gnonnas Pedro, rei da ‘agbagja’ moderna e embaixador da música cubana
No auge da carreira, ele liderou os grupos Gnonas Pedro y Sus Panchos de Cotonou, depois Gnonnas Pedro & His Dadjes Band, interpretando vários gêneros, entre eles highlife e juju.
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Julio Jaramillo, do Equador, o embaixador do bolero para o mundo
O cantor equatoriano Julio Jaramillo (1 de outubro de 1935 – 9 de fevereiro de 1978) é um dos maiores intérpretes de bolero da história do gênero. Em sua carreira estão feitos como a gravação de mais de duas mil músicas e também se apresentar em toda a América Latina e outros países do mundo. Com sua…
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Amazônia sonora: gêneros regionais, Caribe e indústria musical
A história social e musical moderna do Norte do Brasil envolve relações que remetem à influência afro-latina-caribenha, aos portos da região, às rádios “em ondas tropicais” e à indústria musical.
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Patrimônio imaterial, carimbó é dança, música e poesia amazônica, desde o Pará
Pinduca revolucionou o carimbó, em parte, ao ampliar o gênero. Em seu segundo disco, “Carimbó e sirimbó no embalo do Pinduca”, de 1974, ele começou a usar duas guitarras em vez do banjo tradicional, com os guitarristas Mário Gonçalves e Dinaldo Gonçalves.
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Mestre Cupijó, a fusão da música amazônica, desde Cametá
A obra do Mestre Cupijó conta com seis LPs lançados entre os anos 70 e 80, uma coletânea lançada pela série internacional Analog África (mais um CD equivalente), outro CD independente e, ainda uma boxset com os seis álbuns e um extra.
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Mestre Vieira e outros gênios da guitarra do Norte que criaram um gênero
O inventor da lambada, rebatizada de guitarrada – a lambada com guitarra, nasceu em Barcarena, no interior do estado do Pará, na região Norte do Brasil, em 29 de outubro de 1934.
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A origem da lambada no Norte do Brasil, para além da explosão do Kaoma
Apesar da falsa impressão de mero produto da industrial cultural, deixada pelo registro do grupo Kaoma, a lambada/guitarrada tem sua origem na cultura musical amazônica.
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Gravasom, a gravadora que deu voz para a cena musical do Norte do Brasil
Igual seus pares internacionais, a Gravasom cresceu e consolidou seu espaço atuando em nicho, no caso regional, no Norte do Brasil, e musical – lambada e brega, principalmente.
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Entrevista com Manoel Cordeiro: A música da Amazônia para o mundo
Entrevista feita pelo editor de Senhor F Social Club, Fernando Rosa, com o mestre Manoel Cordeiro, um dos grandes músicos brasileiros, dono de uma trajetória musical do tamanho da Amazônia.
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Marabaixo: da costa africana do Marrocos para o Amapá do século XVIII
A origem do marabaixo remonta ao século XVIII, com a transferência da colônia portuguesa de Mazagão, localizada na costa africana do Marrocos, para a fundação da comunidade de Nova Mazagão, no Amapá.
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Orchestra Baobab: o baobá que enraizou o som senegalês no mundo
Ao longos das dezenas de lançamentos, entre singles, cassetes e álbuns, o grupo consolidou uma sonoridade que mistura son cubano, ritmos mandinga, linhas wolof e cantos tradicionais, com uma levada elegante, marca registrada da banda.
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O saxofone do Norte, “sacudindo a moçada” nos beiradões da Amazônia
O saxofone amazonense é parceiro de origem dos contemporâneos paraenses, formados pela influência do carimbó, do siriá e dos ritmos caribenhos, especialmente o merengue.
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Papillon, mestre da guitarra africana e fundador da Poly-Rythmo, do Benin
Como músico e guitarrista, Papillon ajudou a moldar, entre as décadas de 1960 e 1980, o som característico do Poly-Rythmo, uma explosiva mistura de funk, highlife, rumba, rock e ritmos tradicionais vodoun.
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“Jubiabá”, de Trinidad & Tobago passando pela Bahia até os Paralamas
Nesta segunda edição da série O Grande Caribe – Conexões, trazemos o merengue/soca Gee Me the Ting (What the Doctor Order Me), de Lord Kitchner, regravado por Gerônimo e Os Paralamas do Sucesso.
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Com guitarras e metais, a música dançante da África oriental dos 60 & 70
O CD Urgent Jumping – East African Musiki Wa Dansi Classics celebra a rica tradição musical da África Oriental, especialmente das décadas de 1970 e 1980.
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Zaire ’74: o festival que uniu África e diáspora no coração de Kinshasa
Além do aspecto político, ao longo de três dias, Kinshasa se transformou em um mosaico sonoro da rica produção do continente africano e das diversas expressões da diáspora, destacando gêneros como a rumba congolesa, soukous, soul, funk, salsa e jazz.
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Rotas africanas: A origem do highlife moderno com African Brothers Band, de Gana
Originário de Gana, nos anos 20, ao longo das décadas seguintes, o highlife incorporou às tradições musicais locais influências sonoras e instrumentos da música popular ocidental.
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Super Diamono de Dakar, expoente do Mbalax e da música africana
Com integrantes oriundos de várias bandas locais, a Super Diamono nasceu pelas mãos do baixista Bob Sene, entre 1974 e 1975, a quem somaram-se os cantores Omar Pène e Ismael Lô, depois Mamadou Maïga e Moussa Ngom.
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Ibrahim Hesnawi, o encontro da Jamaica com a Líbia, nos anos 70
Em 1980, Ibrahim estreou em disco, “Hesnawi and Peace”, afirmando a presença do reggae e o seu pioneirismo não apenas na Líbia, mas em toda a região.
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A herança africana e indígena na música do Pacífico colombiano
A compilação lançada pela Vampisoul, em 2020, registra a riqueza musical da região, destacando artistas como Gertrudis Bonilla, Peregoyo y su Combo Vacaná, Markitos Micolta, La Sonora del Pacífico de Cachito Vidal e Julián y su Combo, entre outros.
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4 Mars, do Djibuti, a ponte sonora entre a África, o Oriente e a Ásia
Com cerca de 30 integrantes, 4 Mars produziu um mix de música oriental com reggae jamaicano e influências regionais, executado por sintetizadores turcos, sopros americanos, flautas chinesas e vocais de Bollywood.
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Rotas africanas: The Soul of Congo, a gravadora Ngoma e a emergência da rumba
O florescimento cultural e musical pós-independêncoia produziu músicos e músicas e, junto, uma nascente indústria discográfica que eternizou a magia e a criatividade daquele momento.
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As cordas de ácido de Lanny Gordin, da Jovem Guarda ao Tropicalismo
O guitarrista Lanny Gordin deixou para sempre a marca de suas cordas de ácido, sem o qual o tropicalismo não seria o mesmo.
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Rotas africanas: Albarika, a explosão musical pós-colonial no Benim
Casa da T.P. Orchestre Poly-Rythmo, a Albarika foi fundada no final dos anos 1960, em Porto Novo, pelo dono de uma loja de discos local, chamado Seidou Adissa.
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“Manfila Kanté présente Mamadi Diabaté”, um disco obscuro e clássico
Na verdade, trata-se de um obscuro álbum da orquestra Les Ambassadeurs, gravado após a saída do vocalista Salif Keita.
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Champeta: o encontro das músicas africana e latina no Caribe colombiano
Do palenque (quilombo) de San Basílio, no Caribe colombiano nasceu um dos mais importante gênero musical afrodescendente da América Latina moderna.
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Belém é agraciada com título de Capital Mundial do Brega pela ONU
O título celebra a riqueza cultural e a força popular do Brega paraense, ritmo já reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará desde 2021.
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Ali Hassan Kuban, o som negro do Egito, referência da world music
Nascido em 1929 na aldeia de Qawra, na Velha Núbia, e migrando para o Cairo em 1944, onde iniciou sua trajetória musical, Ali Hassan Kuban morreu em 2001 após 40 anos de carreira, deixando discos e sucessos como Sukkar, Sukkar, Sukkar, Amira e Mabruk
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João Gomes: Diferente entre os iguais, o maior artista moderno do país
Na evolução da pisadinha, do piseiro e da vaquejada, e a partir da influência de Luiz Gonzaga, Kara Véia e pop nacional, o “nativo digital” João Gomes modernizou e resgatou o forró para as novas gerações.
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Lambadas Internacionais: Quem são os artistas e grupos da série
A série de 11 LPs,lançados pela gravadora Gravasom ao longo da década de 80, trazia um ótimo panorama da música produzida no Caribe, especialmente nas ilhas de Martinica, Dominique e Guadalupe, o principal polo da produção musical à época.
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O leão de Soweto e a indestrutível música da África do Sul
Mais conhecido como The Lion of Soweto, Mahlathini, uniu sua voz rouca e forte presença de palco ao grupo Mahotella Queens, com isso ganhando o mundo em disco e shows.
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Confiram o canal especial de Senhor F Social Club noYoutube
O canal traz registros de shows da Noite Senhor F, do festival El Mapa de Todos, de artistas do selo Senhor F Discos, entrevistas e documentários.
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Festival Primavera, ou Ibirastock, o festival que não aconteceu
Organizado por Antônio Peticov e sua recém-criada Lesma Azul, espécie de “agência de eventos” alternativa, o festival “Primavera” tinha data e local: 15 e 16 de novembro de 1969, no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo.
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Senhor F traz série com as conexões musicais do Brasil com o Caribe
Nesta primeira edição da série O Grande Caribe – Conexões, trazemos a versão de Luiz Caldas para a música Ça moin di ou fé, da banda Black Affairs, de Dominique.
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#04 – Senhor F Discos, (parte da) trilha sonora da geração dos anos 2000
Ao todo, durante cerca de 20 anos, o selo Senhor F Discos lançou 24 CDs e 2 EPs em formato físico e digital oriundos de várias regiões do país, do Acre ao Rio Grande do Sul, passando por Brasília, Pernambuco, Paraná e Pará, além da Argentina.
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Audições comentadas: África Infinita, em cinco temas especiais
O evento oAudições Comentadas: África Infinita, em 2h, com vinis originais e comentários informativos, traz a história da música africana moderna.
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Diblo Dibala, o Machine Gun do soukous e da guitarra africana
Um dos mais destacados representantes do gênero soukos, apelidado de Machine Gun, o guitarrista Diblo Dibala ganhou notoriedade acompanhando o cantor Kanda Bongo Man, nos anos oitenta.
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Em memória de Lilian Knapp: rebelde para sempre
Entrevista realizada em meados dos anos 2000, na então Senhor F – A Revista do Rock, agora republicada em memória da cantora, a quem crescemos ouvindo e tivemos a felicidade do contato nessa época.
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O Grande Caribe e sua influência na criação e no mercado mundial da música
Qual região do mundo produziu, em pouco mais de meio século, tantos gêneros musicais como o son, o bolero, o mambo, a rumba, o merengue, o calypso, a salsa, o cha-cha-chá, o compas, o cadence, a lambada, a soca, o reggae e o zouk?
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10 discos clássicos da psicodelia latina dos anos sessenta
Entre os anos de 1967 e 1970, uma grande quantidade de discos foi produzida e lançada na região. Nascidos com a beatlemania, muitos grupos enveredaram pelo caminho da psicodelia, influenciados por Sgt. Pepper’s.
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10 + 1 momentos históricos e mágicos da história do rock
O Youtube resgatou para as novas gerações uma série de vídeos históricos do rock, dos quais Senhor F Social Club selecionou alguns desses momentos que marcaram a vida da juventude ao longo dos anos.
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Pebbles, a série que resgatou das profundezas a garagem dos anos sessenta
Os 18 álbuns originais, ou os 12 CDs posteriores, além das coletâneas especiais, resistiram ao tempo e atestam o tamanho da explosão musical dos anos sessenta.
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Memória independente (anos 2000): #003 – Os Atonais & outras raridades
A redação de Senhor F selecionou um álbum (inédito, edição em CDr), quatro EPs e um single de seis bandas de diversas regiões do país, lançados a partir dos anos 2000.
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Rotas africanas: Guitarra tuareg, a metralhadora musical do deserto do Saara
Ali Farka Touré e Tinariwen, ambos do Mali, são a base que influenciou e formou as novas gerações, com destaque para Bombino e Mdou Moctar, os nomes mais importantes da música moderna do Saara.
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Mutantes: Ando meio desligado, arranjo não identificado
Ao estilo das ideias de Rogério Duprat, inspiradas nos concretistas americanos, como John Cage, o arranjo de Ando meio desligado segue até hoje sem paternidade assumida.
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“Insurgentes carismáticos”, os mais ouvidos por Senhor F Social Club em 2024
Neste final de ano, seguimos com a playlist anual com um recorte dos sons mais ouvidos por aqui – independentes, clássicos, latinos e africanos de variados gêneros musicais.
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A invenção do heavy metal, no final dos anos sessenta
Na origem do heavy metal, Page & Plant desenvolveram uma linguagem especial que desembocou na sonoridade do Led Zeppelin e no que acabou sendo chamado, naqueles tempos, de hard-rock.
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Built to Spill rende tributo a Daniel Johnston, gênio do pop e do lo-fi
Com mais de trinta anos de carreira, e grandes discos, a banda Built to Spill pagou tributo a Daniel Jonhston, um dos artistas mais cultuados do rock, desde o anos oitenta.
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“Recordo Penssa”, com Cabo Verde Show, um disco que influenciou a nova geração
Os integrantes do grupo eram filhos de cabo-verdianos nascidos em Dakar, capital do Senegal, sob a influência dos ritmos africanos, caribenhos e pelo pop.
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Manifesto: “MPB feita na Amazônia”, por Manoel Cordeiro
As diversas vertentes artísticas que brotam como afluentes desse imenso rio cultural sustentam o argumento de que há uma música vibrante, autêntica e potente na Amazônia, afirma Manoel Cordeiro.
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The Cheyennes, uma banda de mulheres no DF dos anos sessenta
Natural da cidade-satélite de Taguatinga, The Cheynnes contava com Neusa (guitarra base), Nilsa (guitarra solo), Nair (bateria) e Maria (baixo).



























































































































































































































